Confesso que não dei por ela quando me tornei uma mera expectadora do que me rodeia. Talvez seja da apatia momentânea que vivo enquanto espero que alguma coisa surja e me faça saltar a tampa. Sim, às vezes para me sentir um bocado mais "EU" preciso que me façam saltar a tampa. No entanto, ando a aprender umas técnicas zen para tentar manter a calma e tal, mas tudo o que seja uma condicionante à nossa maneira mais pura de ser faz com que, sem querer sejamos uns meros espectadores, sem reagir, apenas assimilar, assimilar e isso deixa-me ainda mais apática (talvez com a prática mude).
Depois existe aquele dia, aquele dia mesmo filho da puta, que nos leva ao limite e aí esperneamos, batemos com a mão na mesa, choramos e sentimo-nos bem. Este estado de puro mandar cá para fora o que está aprisionado liberta-nos de uma forma mais autêntica e natural do que aquela que tenho apreciado ultimamente nos comentários das "cenas, noticias e blogs": tanta gente fodida, frustada, enraivecida neste neste mundo que usam o anonimato e a distância da "Internet" para destilar todo o seu canal de veneno.
E sim, é dessas pessoas que tenho algum medo e não das que simplesmente explodem por breves instantes, como moi même.
22/07/2015
03/07/2015
Como as nossas emoções guiam as nossas decisões?
O outro dia fui a um workshop super interessante com o tema do título deste post.
Muitas pessoas acham que a felicidade, a verdadeira felicidade, está nos outros, nas coisas que conseguem comprar, no carro xpto, no emprego super bem pago, num casamento, numa relação.. podia estar aqui a enumerar imensos pontos, mas acho que já perceberam onde quis chegar. A felicidade até pode estar um bocadinho aí, mas se não fores feliz contigo próprio, se não buscares essa felicidade dentro de ti, podes estar sempre a querer mais e mais e nunca vais conseguir ser feliz.
Não sei se é o segredo para a felicidade, mas não custa tentar mudar o nosso botão de emergência.
Quantos de vós se lembra daquele dia quando eram pequeninos em que sentiram pura felicidade? E se sentem frustrados porque nunca conseguiram voltar a sentir isso, essa felicidade pura? Confesso que muitos dos erros que cometi foi em busca de algo semelhante ( não não são cenas ilícitas), acabando por me espalhar ao comprido, porque achava que a felicidade estava sempre no que os outros me podiam dar ou no prazer que poderia ter por comprar uma peça de roupa nova, ou mudar de carro, ou de emprego. E não, a felicidade está em nós e quem não conseguir perceber esta premissa é porque tem ainda um caminho longo a percorrer, o mesmo que conheço muito bem. Falo-vos do apego.
Muitas pessoas acham que a felicidade, a verdadeira felicidade, está nos outros, nas coisas que conseguem comprar, no carro xpto, no emprego super bem pago, num casamento, numa relação.. podia estar aqui a enumerar imensos pontos, mas acho que já perceberam onde quis chegar. A felicidade até pode estar um bocadinho aí, mas se não fores feliz contigo próprio, se não buscares essa felicidade dentro de ti, podes estar sempre a querer mais e mais e nunca vais conseguir ser feliz.
Não sei se é o segredo para a felicidade, mas não custa tentar mudar o nosso botão de emergência.
Quantos de vós se lembra daquele dia quando eram pequeninos em que sentiram pura felicidade? E se sentem frustrados porque nunca conseguiram voltar a sentir isso, essa felicidade pura? Confesso que muitos dos erros que cometi foi em busca de algo semelhante ( não não são cenas ilícitas), acabando por me espalhar ao comprido, porque achava que a felicidade estava sempre no que os outros me podiam dar ou no prazer que poderia ter por comprar uma peça de roupa nova, ou mudar de carro, ou de emprego. E não, a felicidade está em nós e quem não conseguir perceber esta premissa é porque tem ainda um caminho longo a percorrer, o mesmo que conheço muito bem. Falo-vos do apego.
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