08/08/2012
habemus Prata
Muito obrigada ao Fernando Pimenta (Limiano) e ao Emanuel Silva (Bracarence). Portugal não é só futebol.
Minhotos do carago!!!!
Imagem retirada do Público com a notícia. Conferir aqui
Facebook Stories
O facebook decidiu criar uma nova página/rede social chamada "Facebook Stories". A ideia consiste em partilhar com o mundo histórias de vida que mudaram ou se recuperaram graças ao facebook.
O exemplo é a de um rapaz que teve um acidente, ficou com amnésia, tendo sido a sua página do facebook e dos amigos a preciosa ajuda para reencontrar a sua identidade.
Quantas histórias de amor conhecem que começaram, ou, na pior da histórias, acabaram graças ao facebook?
Em que é que o facebook mudou a tua vida? De que forma? Conta-me a tua história.
07/08/2012
da Fox Life

para rir vejo
- Modern Family -a minha preferida
-Jess e os Rapazes - a figura do Schmidt é hilariante
-Rizzoli & Isles - têm um humor tão inteligente
-Jane by Design - um bocadinho girly mas engraçado
-Raising Hope: os pais do pai da Hope são um delírio
06/08/2012
27/07/2012
este título só me faz pensar numa coisa
que a Alemanha e a França se vão unir para dar de frosques ao EUR.
o dia da caloria
existem dias estranhos. Nesses dias estranhos apetece comer tudo que é abundante em calorias. Tipo dias "à casamento". Estão a ver? Hoje parece ser um dia desses!!!
26/07/2012
as pessoas que não se riem
Não que queira generalizar, mas faz-me alguma confusão acreditar que as
pessoas que nada se riem são pessoas que vale pouco a pena conhecer.
Gosto pouco de pessoas mal encaradas, talvez porque esteja
constantemente a rir por tudo e por nada. Não faço figuras de
palhaçinha, mas gosto de rir e fazer rir quem está ao pé de mim, mesmo
quando estou naqueles dias não. Uma pessoa que pouco se ri não quer
dizer que seja má ou esteja triste, apenas acho que seja um tanto
enfadonha. Isto é apenas uma opinião pessoal e a verdade é que não
consigo estar ao pé de quem pouco se ri. Outra coisa que acho um
bocadinho irritante é aquele tipo de pessoas que não gostam de tirar
fotografias e quando tiram ficam com cara de frete, ou por assim dizer,
com uma cara de poucos amigos. Sendo eu uma pessoa naturalmente
simpática e de índole alegre afasto-me de pessoas que não partilham da
mesma graça que eu. Já tentei simpatizar com alguém que se ri pouco e
cheguei a um ponto que achei estar a ser rídicula só porque aquela
pessoa de nada se ria, nem das situações mais caricatas. Sou de
gargalhada fácil e gosto que de pessoas que assim o sejam. É bom estar
rodeada de pessoas que se riem muito. Dizem que a felicidade contagia e
os sorrisos também.
25/07/2012
Why we care that much? (Amores e outros desastres)
Outro dia recebi um email muito engraçado acerca do stress que invade muita mulher quando tem um 1st date, um jantar, um encontro ou algo parecido com aquele homem que nos deixa sem ar.
O email começa assim “Quando um homem chama uma mulher para sair, não sabe o grau de estresse que isso desencadeia em nossas vidas.“
O stress, esse mau amigo que teima sempre fazer das suas quando
menos queremos. O caso típico e batido é aquela maldita borbulha
aparecer no dia que temos o encontro.. ficamos completamente à nora,
arranjamos mil e uma mézinhas para aquela porra desaparecer.. mas não,
pioramos o caso e na verdade, se formos a analisar, eles nem reparam que
temos um enfeite mesmo no meio da cara.
“Ele diz, como se fosse a coisa mais simples do mundo ‘Vamos
jantar amanhã?’.Você sorri e responde, como se fosse a coisa mais
simples do mundo: ‘Claro, vamos sim’.Começou o inferno na Terra. Foi
dada a largada. Você começa a se reprogramar mentalmente e pensar em
tudo que tem que fazer para estar apresentável até lá“
E o que nós fazemos??? Armamos um esquema de modo a que tenhamos
todo o tempo do mundo para ficar aperaltada para o moço. Uma roda viva
de idas às lojas, cabeleireira, manicure, estetecista e dieta. Sim,
porque queremos aparecer com uma barriguinha lisa de fazer inveja à
Heidi Klum, daquelas que nem é preciso suster a respiração. Sentimo-nos
belissimas e poderosas para vestir aquela peça de roupa mais justa ou
quiçá tentar um vestido hiper modeletivo. Mal ele sabe e sonha que
andamos a passar fome e que depois passamos por “um bom garfo” chegadas
ao restaurante.. também tanta fomeca, não há queijinho fresco com doce
de figo que resista.
Passemos à manicure: Mãos e pés, bem feitos, mesmo que
seja no Inverno.. não vá o destino pregar uma partida e termos que tirar
os sapatos e as meias e ficamos ali com o pézinho nude, sem qualquer
pingo de sensualidade.. e as mãos, acho que nem é preciso explicar..lol
Depilação: mesmo sem ter um pelito à vista, queremos
parecer imaculadas, como se não tivessemos buço, pêlos nas pernas,
axilas, virilhas e onde eles se lembram de nascer.. o sofrimento??? É
tanto mas tanto que às vezes nos perguntamos para quê o esforço, não
porque poderá acontecer alguma coisa assim mais para o despido, mas
porque faz com que nos sintamos muito confiantes, e a confiança numa
mulher nota-se a léguas.
Cabeleireira: Nada como uma mudança de visual para
impressionar o moço. Mas nada de cortar porque corre sempre mal nem
fazer invenções do tipo :” num dia ele conhece-nos de cabelo
encaracolado e no dia D dá de caras com uma gaija de cabelo lambido e
franja!” Pode até acontecer não nos reconhecerem, tal é a mudança.
Lojas: Ora aqui é que vem o verdadeiro problema e stress.
Isto é lingerie (existem casos), isto é um top novo, isto é uns sapatos a
fazer pendant com qualquer coisa, isto é uma mala, isto é um
novo par de brincos, isto é um verdadeiro ROMBO para a carteira. Ficamos
tesas que nem um carapau mas ao menos sabemos que vamos fazer boa
figura.
Após esta épica odisseia caímos em nós e deparamo-nos com uma
dúvida: “Ele ainda não disse onde era o jantar”.. ah pois, andamos a
gastar 1/8 do ordenado e ainda nos vai levar a comer uma pizza ou um
bitoque numa tasca qualquer. Claro que estou a exagerar, mas convém
saber onde é que se vai encher a barriga, senão corre-se o risco de
estar vestida inapropriadamente.
Chegado o dia D, sem que se saiba ainda onde é que vai ser o
restaurante, acordamos inchadas ou com uma borbulha. Basicamente é
aquele dia D que estamos mas é boas para ir regar milho ou plantar
batatas ou simplesmente ficar no sofá, sem que ninguém nos veja, a
devorar bolachas.
Agora imaginem que depois desta aventura de aperaltar o andor, o
gaijo liga e diz “Surgiu um imprevisto, infelizmente não posso ir!” (1º
cenário)-certamente ficava possuída da vida, depois passava, depois
ouvia a desculpa e dependendo do gravidade do imprevisto ou aceitava na
boa ou mandava-o dar uma curva ao bilhar grande.
Num 2º cenário, olhamos umas 50 vezes para o espelho de lado, de
frente, de trás, a rir, séria, a fazer beiçinho, a andar, a dançar.
Inventamos mil uma situações para ver se estamos mesmo bem. Descemos as
escadas, de dentes lavados, deo posto e perfumadas, todas giraças e ele
nem nota.. apenas diz “mmmm cheiras bem” e nós aí pensamos “ok, perfume a
mais”.
Num 3º cenário (porque não há duas sem 3) ele tem exactamente
aquela reacção fantástica que nos deixam lá em cima e cientes de que o
esforço não foi em vão. Aí há futuro garantido, mesmo que curto.
(a verdade é que nem todas são assim, mas eu admito que pelo menos umas 2 vezes já fiz metade)
Lisboa - o que se fez?
Primeiro a aventura de ter de trocar de comboio em campanhã. Apenas 7 minutos para poder saí do comboio regional, comprar bilhete no alfa e ir a correr até à linha onde está o alfa que fica do lado oposto da bilheteira. Uma corridinha logo de manhã sabe sempre bem.
Já fui a Lisboa tantas vezes, mas parece que há sempre alguma coisa nova para se fazer.
Comecei pela Feira da Ladra, um calor abrasador, de mala às costas (não foi fácil).
time to check in no Rossio Patio Hostel (depois falo daqui - adorei lá ter ficado).
Malas pousadas, time to have some fun.
- Mude : (Museu do Design e da Moda), no último andar pode-se ver as ilustrações de Manuel Estrada (ilustrador que fez as capas de dois livros do Jose Samarago) -
- LX factory : adorei cada café/loja/atelier
Alfama à noite tem um movimento fantástico. Não cheguei a ir ao bairro Alto.
Para jantar, compramos sushi e sentamo-nos num dos bancos do Largo do Carmo. (comer na rua com pessoas a olhar para nós é engraçado - as pessoas têm tanto preconceito)
No Domingo fui até à praia, torrei, levei com vento e comi areia.
Resumidamente foi um bom fim-de-semana, memorável.
24/07/2012
22/07/2012
20/07/2012
a minha primeira paixão
Corria o início da década de 90, tinha acabado de entrar para a
primária, contra a minha vontade claro está.. mal eu sabia que ia passar
cerca de 20 anos da minha vida a estudar.
Sentada na carteira da frente, com um receio imenso das coisas, muito devido às histórias que a minha mãe contava do tempo de escola dela, em que a professora tinha uma régua com buraquinhos..
Passada essa fase do medo e do choro, eis que num dia torno a cabeça para o lado e dou de caras com uma rapaz muito engraçado, morenito de seu nome Hilário.. O Hilário era o rapaz que fazia com que eu saltasse da cama e fosse a pé sozinha para a escola.. sentava sempre na mesma carteira que eu, faziamos os desenhos juntos, os exercícios, íamos para o recreio com a merenda combinada.. havia o dia do pão com marmelada, do pão com manteiga, do pão com mortadela e o nosso preferido de ovo estrelado, sempre acompanhado pelo famoso leite chocolatado agros com os desenhos todos catitas.. cada dia queria um desenho diferente para fazer colecção dos pacotes depois estourados.. recortava os desenhos e guardáva-os como se fosse um tesouro. No Inverno, havia sempre a salamandra acesa que, 10 min antes do recreio colocáva-mos o leite em cima do tampão para ficar mais quentinho.. lembro-me como se fosse hoje. Eu e o Hilário éramos inseparáveis.. depois veio o meu irmão Zé para a escola.. aí as coisas mudaram, o Hilário tornou-se no melhor amigo do Zé e eu a irmã do Zé (Zé não te culpo de nada tá bem??).. Lembro-me de uma altura que estávamos a fazer um desenho e tinha uma aguçadeira de duas entradas, daquelas de metal (muito in naquela altura)…. então num acto tresloucado disse-lhe que tinha uma prenda para ele, mas que só a dava no fim de me dar um beijinho na bochecha.. e assim foi, um beijinho e a prenda dada, ficou super contente e eu ainda andei muito tempo sem aguçadeira, mas naquela altura pareceu-me bastante acertado. Muitas vezes sou assim, dou de mais, mas dou de bom grado.. naquela altura dei a prenda porque havia uma contrapartida.. hoje já não sou assim, dou muito de mim sem estar à espera de receber algo.
Mas voltando à história do Hilário, as coisas como é óbvio não passaram mais do que uma paixoneta de criança, porque quando fui para o 5º ano as coisas mudaram, também a oferta era maior..Hoje o Hilário vai casar, já não falo para ele como sempre falei, ele está muito diferente (hoje em dia já não me apaixonaria por ele de certeza absoluta), mas cada vez que o vejo lembro-me da história da aguçadeira e fico envergonhada….
(post repescado do meu antigo blog) - estou a gostar de reler e recuperar alguns posts
Sentada na carteira da frente, com um receio imenso das coisas, muito devido às histórias que a minha mãe contava do tempo de escola dela, em que a professora tinha uma régua com buraquinhos..
Passada essa fase do medo e do choro, eis que num dia torno a cabeça para o lado e dou de caras com uma rapaz muito engraçado, morenito de seu nome Hilário.. O Hilário era o rapaz que fazia com que eu saltasse da cama e fosse a pé sozinha para a escola.. sentava sempre na mesma carteira que eu, faziamos os desenhos juntos, os exercícios, íamos para o recreio com a merenda combinada.. havia o dia do pão com marmelada, do pão com manteiga, do pão com mortadela e o nosso preferido de ovo estrelado, sempre acompanhado pelo famoso leite chocolatado agros com os desenhos todos catitas.. cada dia queria um desenho diferente para fazer colecção dos pacotes depois estourados.. recortava os desenhos e guardáva-os como se fosse um tesouro. No Inverno, havia sempre a salamandra acesa que, 10 min antes do recreio colocáva-mos o leite em cima do tampão para ficar mais quentinho.. lembro-me como se fosse hoje. Eu e o Hilário éramos inseparáveis.. depois veio o meu irmão Zé para a escola.. aí as coisas mudaram, o Hilário tornou-se no melhor amigo do Zé e eu a irmã do Zé (Zé não te culpo de nada tá bem??).. Lembro-me de uma altura que estávamos a fazer um desenho e tinha uma aguçadeira de duas entradas, daquelas de metal (muito in naquela altura)…. então num acto tresloucado disse-lhe que tinha uma prenda para ele, mas que só a dava no fim de me dar um beijinho na bochecha.. e assim foi, um beijinho e a prenda dada, ficou super contente e eu ainda andei muito tempo sem aguçadeira, mas naquela altura pareceu-me bastante acertado. Muitas vezes sou assim, dou de mais, mas dou de bom grado.. naquela altura dei a prenda porque havia uma contrapartida.. hoje já não sou assim, dou muito de mim sem estar à espera de receber algo.
Mas voltando à história do Hilário, as coisas como é óbvio não passaram mais do que uma paixoneta de criança, porque quando fui para o 5º ano as coisas mudaram, também a oferta era maior..Hoje o Hilário vai casar, já não falo para ele como sempre falei, ele está muito diferente (hoje em dia já não me apaixonaria por ele de certeza absoluta), mas cada vez que o vejo lembro-me da história da aguçadeira e fico envergonhada….
(post repescado do meu antigo blog) - estou a gostar de reler e recuperar alguns posts
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