A contingência da amante ou ser apelidada como “a outra” nunca fez
parte do cardápio das minhas relações amorosas. Sempre preferi não
partilhar nem nunca ser partilhada. Uma relação deve ser vivida a dois,
nunca a 3 ou a 7. Uma relação vivida a 7 relata apenas o número
simbólico das pessoas que se intrometem numa relação. Aqui falo da
família que “também” namora ou dos amigos que também gostam de opinar
acerca do que é ou não é. Dos namorados que tive nunca apresentei um à
minha família, talvez porque eu e os meus pais e irmãos sabemos separar
as águas, ou porque eu não gosto muito de ser catalogada como sendo a
“namorada” deste ou daquele ou se calhar porque verdadeiramente nunca
tive qualquer estabilidade amorosa que me fizesse querer mostrar todo o
mundo em que vivo.
Se alguma vez o tivesse feito, cada vez que terminava um
relacionamento lá teria que abrir o caderno de encargos e começar a
ditar as razões pela qual eu e aquela pessoa não estamos juntas. Não
deu. Ponto. Não dá. Ponto.
Quando a família ou os amigos se querem
intrometer no terminus de uma relação normalmente resulta em duas
situações: zangas ou em cedências. Normalmente as zangas acabam por
passar porque a família chega a um ponto que acaba por perceber que já
nada mais à a fazer senão aceitar a decisão do rebento e desejar apenas o
seu melhor, e o melhor significa a felicidade e o bem-estar da pessoa.
As cedências comportam num “faz de conta” que se está muito feliz, que
afinal valeu o esforço de juntar o casalinho novamente. Aparentemente é
isso que acontece nos primeiros meses, parece uma cena de frete contente
que se faz, depois volta tudo ao mesmo, voltam as zangas, volta o
desinteresse sexual, volta o refúgio noutras cidades, noutros locais e
com outras pessoas. Vai arrastando o final, que não precisa
necessariamente de ser trágico. Quando chega o verdadeiro explodir da
pressão já não há família que valha, nem usar os vícios sexuais que o
corpo tem para convencer a volta ou outras artimanhas fracas. Nada.
Acabou. Secou
06/09/2012
falando um bocadinho da crise soberana
Hoje é um dia importante para a Europa, Mário Draghi ( actual presidente do BCE) deu uma reviravolta aos mercados hoje. Quando era expectável que a interest rate (taxa de referência) baixasse 0,25 pts para os 0,5%, Draghi jogou pelo seguro, manteve a interest rate nos 0,75% ( dinheiro mais barato que isto não há a não ser nos States que é mesmo muito próxima de 0 (0,25%) - mas o States conseguem "fazer" dinheiro de muitas formas). Draghi decidiu dar um voto de confiança aos países Europeus, mostrando interesse em comprar dívida soberana dos países intervencionados pela troika que se estejam a portar bem - Portugal está na linha da frente e para aqueles que queiram seguir o modelo "troika". Sei que para quem percebe pouco de economia ou de mercados financeiros, esta notícia possa ser um bocadinho estranha. Mas não é, é mesmo uma boa notícia.
Ler a noticia aqui
Ler a noticia aqui
05/09/2012
o mundo dos blogs
é impressão minha ou parece que no "mundo dos blogs" as coisas passam muito rápido?
Por exemplo, uma blogger anuncia a gravidez e passados poucos meses ( tipo 3 meses e não os 9 ou os 6 quando a gravidez é anunciada aos 3 meses) já é mãe. Parece que o tempo corre rápido na blogosfera.
Por exemplo, uma blogger anuncia a gravidez e passados poucos meses ( tipo 3 meses e não os 9 ou os 6 quando a gravidez é anunciada aos 3 meses) já é mãe. Parece que o tempo corre rápido na blogosfera.
04/09/2012
o pintaínho da costa
foi operado ao coração no dia que se conhece a saída do Hulk do Porto para o Zenit por 40 milhões de euros (aqueles Russos pá deviam tirar um curso de gestão da distribuição dos rendimentos). (40 mihões é muita fruta) Desde que haja vodka "está tudo bem" (se eles forem como os Polacos então assenta que nem uma luva). A operação estava prevista, mas foi uma coincidência do carago.
É tudo uma questão de liquidez ( o que escasseia pela Europa - liquidez)
”Numa pequena vila e estância balnear na costa sul de França chove e nada de especial acontece.
A crise sente-se.
Toda a gente está carregada de dívidas e deve a toda a gente.Subitamente, um rico turista russo chega ao foyer do pequeno hotel local. Pede um quarto e coloca uma nota de 100 Euros sobre o balcão, pede uma chave de quarto e sobe ao 3º andar para inspeccionar o quarto que lhe indicaram, na condição de desistir se lhe não agradar.
O dono do hotel pega na nota de 100 Euros e corre ao fornecedor de carne a quem deve 100 Euros, o talhante pega no dinheiro e corre ao fornecedor de leitões a pagar 100 Euros que lhe devia há algum tempo. Este, por sua vez, corre ao criador de gado que lhe vendera os leitões e este por sua vez corre a entregar os 100 Euros a uma prostituta que lhe cedera serviços a crédito. Esta recebe os 100 Euros e corre ao hotel a quem devia 100 Euros pela utilização casual de quartos à hora para atender clientes.
Neste momento o russo rico desce à recepção e informa o dono do hotel que o quarto proposto não lhe agrada, pretende desistir e pede a devolução dos 100 Euros. Recebe o dinheiro e sai.
Não houve neste movimento de dinheiro qualquer lucro ou valor acrescentado.
Contudo, todos liquidaram as suas dívidas e estes elementos da pequena vila costeira encaram agora com optimismo o futuro.”
Dá que pensar…
A crise sente-se.
Toda a gente está carregada de dívidas e deve a toda a gente.Subitamente, um rico turista russo chega ao foyer do pequeno hotel local. Pede um quarto e coloca uma nota de 100 Euros sobre o balcão, pede uma chave de quarto e sobe ao 3º andar para inspeccionar o quarto que lhe indicaram, na condição de desistir se lhe não agradar.
O dono do hotel pega na nota de 100 Euros e corre ao fornecedor de carne a quem deve 100 Euros, o talhante pega no dinheiro e corre ao fornecedor de leitões a pagar 100 Euros que lhe devia há algum tempo. Este, por sua vez, corre ao criador de gado que lhe vendera os leitões e este por sua vez corre a entregar os 100 Euros a uma prostituta que lhe cedera serviços a crédito. Esta recebe os 100 Euros e corre ao hotel a quem devia 100 Euros pela utilização casual de quartos à hora para atender clientes.
Neste momento o russo rico desce à recepção e informa o dono do hotel que o quarto proposto não lhe agrada, pretende desistir e pede a devolução dos 100 Euros. Recebe o dinheiro e sai.
Não houve neste movimento de dinheiro qualquer lucro ou valor acrescentado.
Contudo, todos liquidaram as suas dívidas e estes elementos da pequena vila costeira encaram agora com optimismo o futuro.”
Dá que pensar…
02/09/2012
Giveaway _ Peppy Miller Kiko Cosmetics _ Resultado
E a vencedora foi a partipipante nº 7 - Jessi Amaro :)
Muitos parabéns :)

Peço à vencedora que me envie um amail com os dados para poder enviar o prémio :)
Muitos parabéns :)
Peço à vencedora que me envie um amail com os dados para poder enviar o prémio :)
31/08/2012
sobre as eleições em Angola
os expatriados hoje ficam fechados em casa. Só espero que não hajam incidentes. Mesmo
30/08/2012
29/08/2012
o lanche de hoje
iogurte de morango
2 bolachas torradas partidas
partir as bolachas em pedaços "grandes" e juntar ao iogurte
é mesmoooo bom
2 bolachas torradas partidas
partir as bolachas em pedaços "grandes" e juntar ao iogurte
é mesmoooo bom
28/08/2012
Pesadelos
Hoje dormi muito mal. Tive 3 pesadelos. Horríveis. Que me deixaram com um frio na barriga e medo quando acordava entre eles
Não gosto nada
Não gosto nada
27/08/2012
O Linkedin
Ultimamente ando a responder a alguns anúncios de emprego para o estrangeiro no Linkedin.
Hoje candidatei-me a uma oferta de emprego na minha área nos EUA e o Linkedin informou que a minha "application" foi vista pelo recrutador e a forma como o fizeram é brutal:

Positivismo é o que se quer
*uma pequena adenda: este post satiriza um pouco a forma como o linkedin informa que a tua candidatura foi vista. Expressei-me mal, eu sei
Hoje candidatei-me a uma oferta de emprego na minha área nos EUA e o Linkedin informou que a minha "application" foi vista pelo recrutador e a forma como o fizeram é brutal:
Positivismo é o que se quer
*uma pequena adenda: este post satiriza um pouco a forma como o linkedin informa que a tua candidatura foi vista. Expressei-me mal, eu sei
Unilever adopta estratégia de probreza na Europa
Ora cá está uma notícia que dá que pensar. Segundo o Negócios Online a Unilever (empresa Holandesa que comercializa alguns dos produtos que estamos habituados a ter na nossa casa - Dove, Knorr, Cif ou Magnum, Vaqueiro, Tulicreme, Confort, Skip, Sun, Surf, Axe, Linic, Lux, Vasenol, Rexona, entre outros) achou por bem começar a comercializar uni-doses da maior parte dos produtos acima referidos. Das viagensque fiz, lembro-me de uma vez num supermercado Polaco haver este tipo de estratégia ( lembro-me de haver 0,5kg de arroz e 0,5lt de leite). Na altura que lá estive achei que fazia sentido este tipo de estratégia, porque o ordenado mínimo na Polónia é cerca de 150 eur (600 zlt) e o nível de pobreza fora das grandes cidades é notório. O caminho que a Europa (como um todo) está a percorrer é destrutivo. Cada vez mais se nota o fosso entre o muito rico e o muito pobre e a classe média (como era conhecida há uns anos) está a deixar de existir. De certa forma entendo a atitude da unilever, porque está-se a adaptar ao mercado, mas por alto lado faz-me pensar que estamos (Europa) mesmo mal. O endevidamento excessivo dos particulares e das empresas está pela hora da morte, o desemprego a aumentar e como consequência uma redução substancial no consumo, até de bens essenciais. Hoje em dia vê-se que quem compra vai ao essencial para aquela semana ou para aquele dia. Vêm-se poucas famílias em romaria aos supermercados para abastecer a dispensa. Sou do tempo em que a minha mãe de duas em duas semanas ia ao supermercado e "entulhava" a dispensa. Hoje isso não acontece e aposto que muitas famílias assim estão a agir. Os supermercados (aqueles grandes que não são nenhum Continente, Pingo Doce ou Intermarché) estão a fechar e quando um supermercado fecha a coisa está mesmo preta. Se em Janeiro pensava assim? Não. Achava que as coisas poderiam melhorar ou ficar menos piores. Enganei-me. Este mês de Agosto está a ser uma merda. Os trabalhadores estão a receber cartas de "dispensa", as empresas entram em lay-off, as famílias começam a ver que alguém da sua família está sem emprego/trabalho ou a ficar sem um. Enfim, uma trsiteza que não acaba. Uma bola de neve que agora está a começar a tomar forma e dimensões preocupantes. Assusta. Confesso que sim.
26/08/2012
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