18/03/2014
O ciclo vicioso da Crimeia
Imaginem que o resultado do referendo era o seguinte: não união à Rússsia. Putin dava ordem para avançar e fazer um take over à força.
O resultado foi o que sabemos e é isto que acontece: tensão à guerra fria
Fosse qual fosse o resultado, this is not over
13/03/2014
falemos de coisas sérias
tenho uma amiga que decidiu emigrar, na verdade foi para perto do namorado que está emigrado.
Entre ganhar 400 mocas por m~es num trabalho que o tem há mais de 10 anos numa loja de roupa, decidiu arriscar. Apoiei-a mais que 100%, disse-lhe "mulher tu faz-te á vida", já tens 30 e agora que encontraste um moço à tua altura não te faças de rogada.
Já lá vai quase 2 meses que lá está, numa vila entre um vale que fica ali perto da Suiça mas que é na França. Diz ela "é melhor morar na França e tentar arranjar emprego na Suiça". De facto é melhor. Se é fácil?
Não. Está lá há dois meses e vai tentando, por todas as formas, conseguir arranjar emprego. Pois a vida lá também está difícil. Não é assim um ápice que se consegue arranjar emprego. Mas ela é forte, tenho a certeza que vai encontrar algo à medida dela.
Para além de ter que começar tudo de novo aos 30, num país que não é o dela, foi a possiblidade de que o "útero" tem umas coisas e uma cor e textura esquesita. Que tem que fazer uma biópsia, que pode ter problemas se quiser ter filhos, que não sabem muito bem ainda o que é.
Fiquei ali a tentar animar a minha amiga, que não vai ser nada de mau e que com uns medicamentos a coisa vai ao sítio. E se não for?
E se nós mulheres de 30 anos tivermos esta má surpresa numa idade tão precoce, tão cheia de vida, vitalidade? Tenho receio por ela, por mim e por todas as mulheres que aos 30 descobrem uma merda destas. Não vai ser nada e se for é ir à guerra.
10/03/2014
esta coisas das amizades entre as mulheres
só se abalam quando existem ciúmes. Existem ciúmes entre amigas tal e qual como existe entre namorados. Na realidade é como se fosse uma relação sem haver beijinhos e sexo. Existem cobranças, muita confiança, partilhas, zangas e dizem-se sempre as verdades.
Quando se apanha uma mentira é como se estivessem a espetar uma faca daquelas compridas e frias. Putas, doem mesmo muito.
Numa relação amorosa toleram-se algumas mentirinhas inocentes, alguns deslizes, porque na realidade ninguém é de ninguém. Já uma amizade de anos é diferente. É diferente porque, supostamente, é para toda a vida. não se anda para aí a escolher amigos e a criar laços fortes para serem desfeitos por um namorado novo ou por uma nova amiguinha com interesses dúbios.
Uma vez ou outra perdoamos alguns deslizes. Numa amizade deve sempre haver sinceridade, prefiro que me digam que já têm algo marcado com este ou aquele do que inventar que não podem estar conosco porque não podem gastar dinheiro, estão a ficar doentes ou estão muito cansadas. Se não apetece que o digam, não inventem desculpas.
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