30/09/2014
29/09/2014
26/09/2014
o que resta da humanidade
O meu local de trabalho fica perto de uma escola profissional. Uma coisa à maneira, trazem para cá estudantes de S. Tomé, Angola e Moçambique para lhes darem o conhecimento necessário para depois serem recambiados outra vez para ensinar os que lá ficaram o que aprenderam em 3 anos em Portugal. Dão-lhes também uma casa e 500 EUR para poderem viver. Os que eles fazem? Estouram o dinheiro todo na primeira semana em telemóveis topo de gama, álcool e roupa e depois na falta dele... passam fome. O problema não está neles, mas sim na falta de gestão de quem lhes entrega essa "bolsa". Mas isso são outros 500 e a crítica está na forma como este país e o dinheiro é gerido.
Adiante. Em frente à escola existe uma pastelaria e um parque da feira grande que serve de estacionamento e os carros servem de abrigo aos muitos cães abandonados (outro dia contei 13). E o canil? Pelo que sei e vejo: estão melhores na rua, se bem que nunca estão melhores na rua, mas sim num lar.
Não tivéssemos já 3 cães adultos e 3 pequenos (nascidos de uma cadela grávida abandonada que nos apareceu lá em casa), tentava acolher mais... Hoje reparei num cachorrinho, da mesma raça que a Cutxi da Palmier, esfomeado, com aquela postura de quem pede uma côdea (sim um côdea) aos jovens que alegremente estavam na esplanada do café a tomar o pequeno almoço. Nenhum jovem, nenhum jovem foi capaz de lhe dar um pedaço daquilo que estava a comer. O cachorrinho naquela postura e ninguém o ajudou. Olharam para ele e continuaram a comer e a fumar como se nada fosse. Como se não fosse nada com eles. E pensei: qual o caminho deste mundo. Os jovens (15/16 anos) estão cada vez mais egoístas, centrados no seu bem-estar.
Ainda a semana passada apareceram dois cães abandonados num parque a caminho de casa e naquele dia, quando os vi, chovia imenso e eles abrigados debaixo de uma mesa de pedra lá do parque, cheios de frio e fome. Não consegui chegar a casa e deitar-me sabendo que estavam assim. Peguei numa gamela e enchi-a de restos do jantar e debaixo de chuva levei-lhes a comida. Posso não os ter salvo, naquele dia, mas sinto que fiz o correcto. Entretanto chamaram o canil..
Podem achar estúpido, mas fico triste ao perceber que a humanidade se está a perder nas gerações mais jovens.
Adiante. Em frente à escola existe uma pastelaria e um parque da feira grande que serve de estacionamento e os carros servem de abrigo aos muitos cães abandonados (outro dia contei 13). E o canil? Pelo que sei e vejo: estão melhores na rua, se bem que nunca estão melhores na rua, mas sim num lar.
Não tivéssemos já 3 cães adultos e 3 pequenos (nascidos de uma cadela grávida abandonada que nos apareceu lá em casa), tentava acolher mais... Hoje reparei num cachorrinho, da mesma raça que a Cutxi da Palmier, esfomeado, com aquela postura de quem pede uma côdea (sim um côdea) aos jovens que alegremente estavam na esplanada do café a tomar o pequeno almoço. Nenhum jovem, nenhum jovem foi capaz de lhe dar um pedaço daquilo que estava a comer. O cachorrinho naquela postura e ninguém o ajudou. Olharam para ele e continuaram a comer e a fumar como se nada fosse. Como se não fosse nada com eles. E pensei: qual o caminho deste mundo. Os jovens (15/16 anos) estão cada vez mais egoístas, centrados no seu bem-estar.
Ainda a semana passada apareceram dois cães abandonados num parque a caminho de casa e naquele dia, quando os vi, chovia imenso e eles abrigados debaixo de uma mesa de pedra lá do parque, cheios de frio e fome. Não consegui chegar a casa e deitar-me sabendo que estavam assim. Peguei numa gamela e enchi-a de restos do jantar e debaixo de chuva levei-lhes a comida. Posso não os ter salvo, naquele dia, mas sinto que fiz o correcto. Entretanto chamaram o canil..
Podem achar estúpido, mas fico triste ao perceber que a humanidade se está a perder nas gerações mais jovens.
25/09/2014
Porque andas a stressar Peppy?
Saber o que fazer!! Só queria uma bolinha de cristal
24/09/2014
23/09/2014
Para aqueles que enganam e acham que têm estofo para ser bad boys
Uma coisa é tentar ser bad boy, outra é ser bad ass, como eu!
17/09/2014
O sensacionalismo do jornalismo Português
Domingo à noite: reportagem num tom fúnebre, saudosista e preocupante (sim é preocupante mas não é uma guerra) do fecho de 300 escolas primárias. O que tenho a dizer sobre isto?
Ah a polêmica do encerramento das escolas! Todos os anos a mesma coisa.
A minha também fechou, hoje dá lugar a duas habitações para famílias carenciadas, outra escola que conheço também já fechou há muito tempo e hoje da lugar a um albergue de peregrinos.. Tantas escolas fecharam porque a tendência da natalidade portuguesa é " hoje não se pode ter filhos, não chegou a hora, mais tarde, não existe condições, a minha carreira, blá blá blá" as escolas fecham porque não existem crianças que justifique manter todas as escolas primárias activas e se eu fosse mãe gostava que o meu filho tivesse rodeado de muitas crianças e não só de 2 mais a professora! Podem vir dizer que houve redução de postos de trabalho e tudo mais, mas é a consequência do rumo da sociedade hoje adulta, na qual me incluo, mas não é nenhum drama, existe outra vida dada as escolas que ficam, por isso deixem-se de sensacionalismos e de mostrar uma mãe a choramingar porque o filhinho vai ter que acordar 1h mais cedo para apanhar o transporte para a escola que fica mais longe. Duas chapadas!!! Quando ia para escola (primária) ia a pé com os meus irmãos, apanhávamos os outros colegas e íamos todos juntos na galhofa e a fazer brincadeiras. Não havia assim tanta criquice, não havia a mãezinha ou o paizinho sempre pronto a deixar-me de carro à porta da escolinha, só se chovesse muito. (sei que estou a generalizar, mas por exemplo em Braga existe uma escola, considerada um das melhores a nível Nacional, que é o terror).
Quantas cidades têm as ruas entupidas, carros em segunda e terceira fila porque os "meninos" não podem ir de transporte públicos.. ai tanta proteção. Depois queixem-se.
Ah a polêmica do encerramento das escolas! Todos os anos a mesma coisa.
A minha também fechou, hoje dá lugar a duas habitações para famílias carenciadas, outra escola que conheço também já fechou há muito tempo e hoje da lugar a um albergue de peregrinos.. Tantas escolas fecharam porque a tendência da natalidade portuguesa é " hoje não se pode ter filhos, não chegou a hora, mais tarde, não existe condições, a minha carreira, blá blá blá" as escolas fecham porque não existem crianças que justifique manter todas as escolas primárias activas e se eu fosse mãe gostava que o meu filho tivesse rodeado de muitas crianças e não só de 2 mais a professora! Podem vir dizer que houve redução de postos de trabalho e tudo mais, mas é a consequência do rumo da sociedade hoje adulta, na qual me incluo, mas não é nenhum drama, existe outra vida dada as escolas que ficam, por isso deixem-se de sensacionalismos e de mostrar uma mãe a choramingar porque o filhinho vai ter que acordar 1h mais cedo para apanhar o transporte para a escola que fica mais longe. Duas chapadas!!! Quando ia para escola (primária) ia a pé com os meus irmãos, apanhávamos os outros colegas e íamos todos juntos na galhofa e a fazer brincadeiras. Não havia assim tanta criquice, não havia a mãezinha ou o paizinho sempre pronto a deixar-me de carro à porta da escolinha, só se chovesse muito. (sei que estou a generalizar, mas por exemplo em Braga existe uma escola, considerada um das melhores a nível Nacional, que é o terror).
Quantas cidades têm as ruas entupidas, carros em segunda e terceira fila porque os "meninos" não podem ir de transporte públicos.. ai tanta proteção. Depois queixem-se.
das realidades
se acham que em Portugal estamos acima do peso, haviam de ver os Árabes. É uma coisa impressionante a quantidade de comida que comem e, também, estragam.
16/09/2014
se há coisa que me acalma
é a música. Já tentei ficar calma com ir correr, com meditar, em ir dar um grande passeio a pé, mas o que, verdadeiramente me acalma é:
Conduzir com a música alta, boa música, nada de rádios manhosas
Colocar os headphones e deixar que a coisa se dê.
Muitas vezes penso em muitas coisas, outras vezes nem por isso.
Nada de musiquinhas de sininhos e de pim-pim-pim
Por estes dias tem sido
update: a única de "sininhos"
Conduzir com a música alta, boa música, nada de rádios manhosas
Colocar os headphones e deixar que a coisa se dê.
Muitas vezes penso em muitas coisas, outras vezes nem por isso.
Nada de musiquinhas de sininhos e de pim-pim-pim
Por estes dias tem sido
MØ
update: a única de "sininhos"
15/09/2014
Depois das férias
tão bom abichar 700 eur no mecânico!! Quem te manda ter um carro com peças caras, quem manda hein?
09/09/2014
07/09/2014
05/09/2014
03/09/2014
02/09/2014
01/09/2014
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